Foi tudo tão rápido como que orgasmos frios, nunca pensei que fosse assim. Foram poucos dias para tantas palavras e inundações de sentimentos que penetraram a minha mente e me deixou com a mente presa ás tuas palavras doces num olhar recto ao computador. Afinal, quem és tu? Um ser vindo do nada, como que um anjo que queria pecar ou resguardado para si mesmo. Não sei muito de ti, e o pouco que sei dá-me vontade de te conhecer. Já sinto saudades tuas mesmo sabendo que não devia. Sonho como a tua pele. Imagino-me contigo. Talvez não sejas o boneco de plástico certo. Talvez nem sejas um. Sinto que as palavras esgotam e apenas uso o olhar e os gritos de euforia interior quando falas comigo. Não passa disso, gritos de loucura e sentimentos que nem eu sei resumir a metade. Mas as metades não me satisfazem, e se não é para ser perfeito, mais vale nem tentar. Encontro-me farto de tentativas falhadas de apertos constantes de sentimentos nunca antes sentidos. Carência, talvez?! E vou-te contar uma história: Era uma vez eu e tu… E não, não tem fim. É essa a minha parte favorita.







